Actaea racemosa, Cimicifuga racemosa
Cimicifuga, black cohosh, actaea, erva-de são-cristovão
black cohosh, cohosh-preto e raiz-negra

Venda apenas SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

PARTES UTILIZADAS

Rizoma

PROPRIEDADES

Reguladora hormonal no climatério e na síndrome pré-menstrual, anti-inflamatória, antiespasmódica, analgésica, antidepressiva..

Como Prescrever

Forma
extrato seco 2,5% de triterpenos
Dose Mínima
40mg
Dose Máxima
320mg
Concentração
2,5% de triterpenos
Forma
Tintura 1:10
Dose Mínima
2ml
Dose Máxima
4ml
Sugestão de Uso
Diluir em meio copo de água.
Forma
tintura - uso tópico
Dose Máxima
2,5%
Veículo
gel vaginal
Sugestão de Uso
aplicar à noite
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Nome Comercial
Aplause - Marjan *Sob Prescrição Médica
Dosagem
20mg
Apresentação
30 ou 60 comprimidos
Posologia
Ingerir 1 comprimido pela manhã e à noite.
Nome Comercial
Clifemin - Herbarium *Sob Prescrição Médica
Dosagem
160mg
Apresentação
30 comprimidos
Posologia
Ingerir 1 comprimido 1 vez ao dia.
Nome Comercial
Tepemen - Airela Pharmaceutica *Sob Prescrição Médica
Dosagem
80 mg
Apresentação
30 cápsulas
Posologia
Ingerir 1 comprimido de 12 em 12 horas (1 comprimido pela manhã e 1 comprimido à noite).
Ver Mais
sem dados.
sem dados.

INDICAÇÃO

Síndrome climatérica, síndrome pré-menstrual (SPM) - TPM e dismenorreia, auxilia na redução dos transtornos como rubor, fogachos, ansiedade, insônia e depressão.

Em monografia publicada pela EMA, é descrito seu uso tradicional no alívio das queixas da menopausa – afrontamentos e sudação profusa e sua posologia de acordo com a padronização de seu extrato seco, podendo ser: extrato seco 5-10:1 na dose  5,6 mg ao dia, extrato seco 4,5-8,5:1 na dose de 6,5 mg ao dia e extrato seco 6-11:1 na dose de 5 mg ao dia

Uso tópico - efeitos benéficos sobre a dispareunia, a secura vaginal e o grau de maturação celular.

Tradicionalmente utilizada sob a forma de cataplasma em picadas de cobras, indisposição, problemas renais, cólicas menstruais e em trabalhos de parto pelos nativos norte-americanos.

 

CONTRAINDICAÇÕES

Gestação e lactação.

Doses excessivas (de 5 a 12g) podem levar a quadros de náuseas, vômitos, vertigens, cefealeia, disturbios visuais e circulatórios,  tremores, hipotensão e irritação do SNC.

Alguns individuos mesmo em uso de doses terapêuticas, podem apresentar desconforto gástrico e intestinal, erupção cutânea, cefaleia e tontura.

Utilizar com cautela em pacientes em uso de medicamentos hipotensores, como betabloqueadores e bloqueadores dos canais de cálcio. Pode inetragir com analgésicos e anestésicos e apresentar  efeitos aditivos com agentes gastrointestinais.

Durante o seu uso devem ser observados sinais ou sintomas de complicações hepáticas, como cansaço, perda de apetite, coloração amarelada na pele e nos olhos e escurecimento da coloração da urina e mesmo na ausência destes o período de uso não deve exceder a 12 meses.

No Brasil, planta exclusiva sob prescrição médica.

Mecanismos de ação

A supressão dos efeitos mediados pelo hormônio luteinizante (LH) é proposta como seu mecanismo de ação, devido a sua capacidade de reduzir os níveis séricos e de se ligar a recetores de estrogênio.

Avaliação realizada com a deoxiacteína revelou efeitos positivos sobre a estrutura óssea por promover estimulo do crescimento do osteócito, da atividade da fosfatase alcalina, do colágeno e da mineralização das células ósseas.

Existem evidências que sugerem a possibilidade de uma atividade central mediada pelos receptores dopaminérgicos (D2). Algumas das pesquisas sugerem que a atividade reguladora hormonal esteja mais associada às atividades serotoninérgica (devido ao seu envolvimento com a termorregulação, melhorando os fogachos) e dopaminérgica do que a estrogênica.

Medicina tradicional chinesa (MTC)

Adocicada, Picante, Levemente Amarga e Refrescante.

Constituintes Químicos

Glicosídeos triterpênicos (cimicifugosídeo, acteína, 27-deoxiacteína e cimigenol), alcaloides quinolizidínicos (n-metilcitisina), flavonoides, taninos e ácidos fenólicos (salicílico, acético, butírico, fórmico, ácido cimicifugico A, ácido cimicifúgico B, ácido cimicifúgico G, cimicifenol, cimicifenona, cimiracemato A, cimiracemato B, cimiracemato C, cimiracemato D e ácido fucinólico) e resina (cimicifugina)

Referências

Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clinica / Glaucia de Azevedo Saad et al. - 3. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.

Manual de Plantas Medicinais. Bases Farmacológicas e Clínicas. A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, Alda Pereira da Silva, Maria do Céu Costa, Henrique Proença da Cunha, Mafalda Proença Portugal e Dinalivro, 2017.

Publicações Links

Castelo-Branco, C., Gambacciani, M., Cano, A., Minkin, M. J., Rachoń, D., Ruan, X., Beer, A. M., Schnitker, J., Henneicke-von Zepelin, H. H., & Pickartz, S. (2021). Review & meta-analysis: isopropanolic black cohosh extract iCR for menopausal symptoms - an update on the evidence. Climacteric : the journal of the International Menopause Society, 24(2), 109–119. https://doi.org/10.1080/13697137.2020.1820477

Leach, M. J., & Moore, V. (2012). Black cohosh (Cimicifuga spp.) for menopausal symptoms. The Cochrane database of systematic reviews, 2012(9), CD007244. https://doi.org/10.1002/14651858.CD007244.pub2

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