Berberis vulgaris
Bérberis, espinheiro-vinheto, uva-espim.
Bérberis, Espinheiro-vinheto, Uva-espim

PARTES UTILIZADAS

Fruto e cascas da raiz

PROPRIEDADES

Antipirética, antisséptica, colagogo, colerética, diurética, eupéptica, ocitócica.

Como Prescrever

Forma
tintura 1:10
Dose Mínima
20 gotas
Dose Máxima
40 gotas
Sugestão de Uso
Diluir em meio copo de água.
Mostrar Mais
sem dados.
Parte Utilizada
Fruto
Como Recomendar
1 colher de café dos frutos para cada 150ml de água (xícara de chá). Infusão ou cozimento.
Ver Mais
sem dados.

INDICAÇÃO

Frutos: convalescença, gripes.

Casca das raízes: como tónico amargo, estimulante da função hepática na anorexia, disquinesia e litíase biliar.

Usado também na litíase renal, hipertensão arterial e como venotônico.

CONTRAINDICAÇÕES

Gestação e lactação. Em vias biliares obstruídas.

Tóxica (dose superior a 4 mg causam náuseas e vômitos).

Mecanismos de ação

Os alcaloides, em especial a berberina, são responsáveis pela ação eupéptica, colerética e colagoga. A berberina atua ainda como antisséptica e ocitócica. A magnoflorina demostra atividade cardiovascular e redução da pressão arterial. Ação antipirética, estimulante do peristaltismo intestinal  e diurética.

 

Constituintes Químicos

Frutos: Vitamina C, alcaloides isoquinoleicos, antocianinas, ácido clorogênico, ácido málico e glicídios.
Casca da raiz: alcaloides isoquinoleicos (berberina, magnoflorina, berbamina, oxicantina, palmatina), taninos, saponosideos e sais minerais.

Referências

Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque. - 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.