Ephedra sinica
Ephedra, Ma Huang
Efedra

Sua manipulação e comercialização, são proibidas no Brasil, pela ANVISA.

PARTES UTILIZADAS

Partes aéreas

PROPRIEDADES

Simpaticomimética

Como Prescrever

sem dados.
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INDICAÇÃO

No tratamento da asma, rinites, hipotensão arterial, síndromes gripais, tosse, bronquites e alergias respiratórias.

CONTRAINDICAÇÕES

Na gravidez, em doenças cardiovasculares, na hipertensão arterial, pacientes em tratamento com simpaticomiméticos, inibidores da MAO; adenoma benigno prostático, hipertireoidismo.

Não associar a estimulantes como café, chá, guaraná. Já que a cafeína potencializa sua ação.

O elevado número de reações adversas (anorexia, elevação da pressão arterial, problemas cardiovasculares, insônia...) levou o FDA a propor um máximo de 24mg diárias do alcaloide e no máximo a 1 semana de tratamento, não devendo ser associada a cafeína.

A EMA em 2015 retirou a a Ephedra spp. da relação de medicamentos a base de plantas, por não ser recomendada sem ensaios clínicos que evidenciem um beneficio -risco positivo.

Desde 2012 a ANVISA declarou como proibida a sua comercialização no Brasil.

 

 

 

Mecanismos de ação

Os alcaloides possuem estrutura próxima da adrenalina, pelo que tem ação simpaticomimética e comportam-se como estimulantes do SNC, de efeitos similares as anfetaminas, embora menos potentes. Atuam nos α e β-receptores adrenérgicos e inibem a recaptação das catecolaminas.

Sua ação simpaticomimética aumenta o ritmo respiratório e da ventilação pulmonar, diminuindo a tosse em indivíduos não asmáticos.

Ao atuar sobre o centro do hipotálamo a efedrina diminui o apetite, sendo muita das vezes associada a cafeína em produtos para emagrecimento.

Medicina tradicional chinesa (MTC)

Picante, Amarga e Amornante.

Constituintes Químicos

Alcaloides (isomeros do fenil-2-N-metilamino-1-propanol, L-efedrina, D-pseudoefedrina), derivados N-demetilados (L-norefedrina e D-norpseudoefedrina), flavonoides, taninos elágicos, gálicos e sais minerais.

Referências

Manual de Plantas Medicinais. Bases Farmacológicas e Clínicas. A. Proença da Cunha, Odete Rodrigues Roque, Alda Pereira da Silva, Maria do Céu Costa, Henrique Proença da Cunha, Mafalda Proença Portugal e Dinalivro, 2017.