Handroanthus impetiginosus, Tecoma impetiginosa, Tabebuia avellanedae, Tabebuia impetiginosa
Ipê-roxo, Pau d'arco
Lapacho
PARTES UTILIZADAS
Casca
PROPRIEDADES
Antitumoral, antiinflamatória, antimicrobiana, imunoestimulante.
Como Prescrever
Apresentação Magistral
Forma
extrato seco 10% taninos
extrato seco 10% taninos
Dose Mínima
400mg
400mg
Dose Máxima
900mg
900mg
Concentração
10% taninos
10% taninos
Forma
Tintura 1:5
Tintura 1:5
Dose Mínima
1,5ml
1,5ml
Dose Máxima
5ml
5ml
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Apresentação Industrial
sem dados.
Alimento
sem dados.
Preparação Extemporânea - Uso Tópico
Dose Máxima
3 colheres de sopa da entrecasca
3 colheres de sopa da entrecasca
Forma
decocção - preparação caseira (uso tópico)
decocção - preparação caseira (uso tópico)
Formulação
Em 150ml por 3 minutos. Lavagens locais
Em 150ml por 3 minutos. Lavagens locais
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INDICAÇÃO
Uso tópico nas infecções dérmicas, limpeza e desinfecção de feridas, queimaduras, ulcerações dérmicas, dermatomicoses (candidíase) e inflamações osteoarticulares.
CONTRAINDICAÇÕES
Gestação e lactação.(teratogênico e abortivo).
Distúrbios gastrointestinais, náuseas e vômitos.
Pacientes em uso de anticoagulantes, seu uso concomitante com o AAS inibe a agregação plaquetária aumentando a ocorrência de hemorragias. O lapachol, age como antagonista da vitamina K, podendo aumentar o tempo de protrombina in vivo.
O β-lapachona pode inibir os receptores de estrogênio nas células tumorais da mama, podendo desencadear uma interação não benéfica por ação aditiva com a ciclofosfamida.
Mecanismos de ação
O lapachol mostrou atividade antitumoral em alguns modelos experimentais com altos níveis de toxicidade e a β-lapachona também apresentou um importante efeito contra varias linhagens de células tumorais.
O extrato aquoso da casca, inibe a produção de prostaglandinas, conferindo sua atividade anti-inflamatória.
Medicina tradicional chinesa (MTC)
Adstringente, Amarga
Constituintes Químicos
Naftoquinonas (lapachol, lapachenol, α e β-lapachona, menaquinona, tabebuína, tectoquina), antraquinonas, alcaloides, flavonoides, saponinas esteroidais, glicosídeos (glicosídeos iridoides e isocumarínicos).
Referências
Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clinica / Glaucia de Azevedo Saad et al. - 3. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.
Medicamentos, Alimentos e Plantas: As interações esquecidas? Fernando Ramos, Lúcia Santos, Maria da Conceição Castilho e Maria das Graças Campos. 1a edição, Lisboa. 2014
Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque. - 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.