Phyllanthus niruri, Phyllanthus amarus, Phyllanthus tenellus
Quebra-pedra, erva-pombinha, conami, saúde-da-mulher
Filanto-amargo
PARTES UTILIZADAS
Toda a planta
PROPRIEDADES
Diurética, antilitiásica , antimicrobiana, anti-inflamatória, promove relaxamento dos uretes e aumenta eliminação de ácido úrico.
Como Prescrever
Apresentação Magistral
Forma
pó
pó
Dose Mínima
500mg
500mg
Dose Máxima
2000mg
2000mg
Forma
extrato seco 1% taninos
extrato seco 1% taninos
Dose Mínima
350mg
350mg
Dose Máxima
1000mg
1000mg
Concentração
1% taninos
1% taninos
Forma
tintura 1:10
tintura 1:10
Dose Máxima
5ml
5ml
Sugestão de Uso
Diluir em meio copo de água.
Diluir em meio copo de água.
Forma
infusão - preparação caseira
infusão - preparação caseira
Dose Máxima
3000mg
3000mg
Sugestão de Uso
Em 150ml, utilizar 1 xícara de chá de 2 a 3 x ao dia
Em 150ml, utilizar 1 xícara de chá de 2 a 3 x ao dia
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Apresentação Industrial
sem dados.
Alimento
sem dados.
Preparação Extemporânea - Uso Tópico
sem dados.
CONTRAINDICAÇÕES
Gravidez e lactação.
Fazer uso interrompido 3:1 semanas.
Pode potencializar o efeito de medicamentos hipoglicêmicos.
Estudos indicaram que as lignanas isoladas, interferem com a atividade da vimblastina.
Mecanismos de ação
Estudos indicam que alguns de seus constituintes exercem atividade contra infecção pelo vírus da hepatite B (HBV), possivelmente por meio da inibição da atividade da enzima polimerase, da transcrição e replicação de mRNA.
Seu efeito anti-inflamatório se dá, pela inibição de varias enzimas e mediadores envolvidos com o processo inflamatório (óxido nítrico sintetase induzida, ciclo-oxigenase 2, ativação de NF-kB e fator de necrose tumoral).
Seu extrato aquoso apresentou efeito potente e eficaz na inibição, na agregação e no crescimento de cálculos de oxalato de cálcio nos rins.
Medicina tradicional chinesa (MTC)
Amarga, Refrescante, Doce, Adstringente
Constituintes Químicos
Flavonoides (quercetina, astragalina, quercitrina, quercetol e rutina); cumarinas; glicosídeos; terpenos; taninos (corilagina, geranina, ácido repandusínico); alcaloides (securinina, norsecurinina, securinol A e B, nirunina); lignanas (filantina, hipofilantina); resinas vegetais; ácidos orgânicos; saponinas (diosgenina)
Referências
Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clinica / Glaucia de Azevedo Saad et al. - 3. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.
Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque. - 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.