Tanacetum parthenium
Tanaceto, matricaria vulgar, erva-de-são-marcos
Matricária, Artemísia-bastarda-dos-ervanários

Venda apenas SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

PARTES UTILIZADAS

Partes aéreas

PROPRIEDADES

Antialérgico, anti-inflamatorio.

Como Prescrever

Forma
Dose Mínima
500mg
Dose Máxima
1000mg
Forma
extrato seco 0,8% partenolídeos
Dose Mínima
200ng
Dose Máxima
500mg
Concentração
0,8% partenolídeos
Mostrar Mais
Nome Comercial
Tanaceto EC - As Ervas Curam
Dosagem
500 mg de extrato seco. *equivalente a 0,4 mg de partenolídeo.
Apresentação
50 cápsulas
Posologia
Ingerir 1 cápsula ao dia.
Nome Comercial
Tenliv - Ativus Farmacêutica
Dosagem
120mg *equivalente à 0,6 mg de partenolídeo.
Apresentação
30 comprimidos revestidos
Posologia
Ingerir 1 comprimido ao dia.
Ver Mais
sem dados.
sem dados.

INDICAÇÃO

Preventivo das cefaleias crônicas e enxaquecas.

Dosagens a serem prescritas por profissionais de saúde (não médicos) e habilitados a prescrição de fitoterápicos.

Uso Oral - 100mg partes aéreas.

Por se tratar de um Produto Tradicional Fitoterápico de acordo com a 2ª edição do Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira.

CONTRAINDICAÇÕES

Gestação e lactação.

Inibe a agregação plaquetária e pode potencializar o efeito dos anticoagulantes.

 

Mecanismos de ação

O partenolídeo é capaz de inibir a produção de prostaglandina, além de exercer ação inibitória da produção de tromboxano B2, leucotrieno B4, expressão da molécula de adesão intercelular induzida pelas citocinas IL-1, TNF-α e γ-interferona, da secreção de serotonina pelas plaquetas.

Os estudos realizados até o momento apontam que o antagonismo aos receptores de serotonina e inibição da liberação deste neurotransmissor explica sua ação na enxaqueca.

A EMA (Agência Europeia do Medicamento) aprovou o uso do T. parthenium no combate a enxaqueca, a partir de evidências do uso bem estabelecido ao longo das últimas décadas.

Medicina tradicional chinesa (MTC)

Quente, Amarga

Constituintes Químicos

Óleo essencial rico em α-pineno e derivados (canfora, canfeno, p-cimeno, acetato de bornila), lactonas sesquiterpênicas do tipo eudesmanolídeo germacranolídeo e guaianolídeo (artecanina, artemorina, balchanina, canina, costunolídeo, 10-epicanina, epoxiartemorina, 1-β-hidroxiarbasculina secotanapartenolídeo A e B). Contem ácidos fenólicos, flavonoides (quercetina, apigenina, apigenin 7-glicuronídeo, luteolina, luteolina 7-glicuronídeo, chrisoeriol, santina, jaceidina), princípios amargos, fitosterina, ácido tânico, e derivados acetilênicos.

As lactonas sesquiterpênicas são consideradas os bioativos dessa espécie, sendo a principal delas o partenolídeo do tipo germacranolídeo.

Referências

Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clinica / Glaucia de Azevedo Saad et al. - 3. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.

Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque. - 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.

Monografias Mídia