Trigonella foenum-graecum
Feno grego
Alforva, caroba, fenacho, garoba

PARTES UTILIZADAS

Semente

PROPRIEDADES

Fito-hormônio, modulador hormonal esteroidal, indutor de testosterona e gh, laxativo

Como Prescrever

Forma
Dose Mínima
1140 mg
Dose Máxima
3300 mg
Forma
Extrato seco 5:1
Dose Mínima
295 mg
Dose Máxima
590 mg
Forma
Extrato seco 50% fenosídeos
Dose Mínima
200mg
Dose Máxima
600mg
Concentração
50% fenosídeos
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sem dados.
Parte Utilizada
Semente - in natura
Como Recomendar
1 a 6 g para cada 250 mL de água quente, consumidas antes das refeições.
Parte Utilizada
Semente
Como Recomendar
0,5 g maceradas em 150 mL de água fria por 3 horas. Ingerir 3 vezes ao dia.
Ver Mais
sem dados.

INDICAÇÃO

Aumenta os níveis de testosterona em homens e mulheres; atua em diferentes focos de ação: anabolismo, performance fisica, saúde sexual e na menopausa.

Melhora a digestão, na terapia complementar a hipercolesterolemia e na diabetes tipo2.

Monografia publicada pela Agência Europeia destaca seu uso oral na perda temporária de apetite e seu uso tópico  em inflamações da pele.

CONTRAINDICAÇÕES

Gestação, lactação.

Cuidados: podem ocorrer desconfortos gastrointestinais, crises de asmas e rinites e deve-se monitorar a glicemia dos pacientes em tratamento de diabetes.

Mecanismos de ação

Laxante devido a presença das mucilagens.

A atividade antidiabética da 4-hidroxiisoleucina ocorre pela estimulação da libertação de insulina, como também  pela à redução da sua resistência no músculo e /ou fígado. A trigonelina, um alcaloide presente em sua composição atua na regeneração das células β pancreáticas e no aumento da secreção de insulina. Enquanto à diosgenina, teria a sua atividade hipoglicemica explicada por vários mecanismos, como a regeneração das células β e a estimulação da secreção de insulina, além de seus efeitos antioxidantes e a promoção da diferenciação de adipócitos, acarretando o aumento da captação de glicose no tecido adiposo.

Medicina tradicional chinesa (MTC)

Seca, Amornante

Constituintes Químicos

Mucilagens; proteínas; compostos fosforados (lecitina, fitina); alcalóides (trigonelina e colina); saponinas (diosgenina e fenugrequina); fitosteróis (colesterol e sitosterol); flavonóides (vitexina, saponaretina e homoorientina); ácidos graxos insaturados (oléico, linolêico e palmítico); traços de cumarinas, abundante em sais de ferro e manganês; vitamina A; niacina; tiamina e riboflavina; traços de óleo essencial; anetol e celulose.

Referências

Plantas e Produtos Vegetais em Fitoterapia. A. Proença da Cunha, Alda Pereira da Silva, Odete Rodrigues Roque. - 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2009.

Fitoterapia contemporânea: tradição e ciência na prática clinica / Glaucia de Azevedo Saad et al. - 3. ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021.

Publicações Links

GOVERNA, G., BAINI, G., BORGONETTI, V., CETTOLIN, G., GIACHETTI, D., MAGNANO, A., MIRALDI, E., BIAGI, M. - Phytotherapy in the Management of Diabetes: A Review. Molecules. (2018), 1-22.

OTA, A., ULRIH, N., - An Overview of Herbal Products and Secondary Metabolites Used for Management of Type Two Diabetes. Frontiers in Pharmacology. 8 (2017)