Eucalyptus smithii
Eucalipto Smithii

PARTES UTILIZADAS

folhas secas ou frescas

DESCRIÇÃO

Canforado, amadeirado, pungente.

Como Prescrever

Dose Mínima
0,5%
Dose Máxima
3%
Veículo
óleo carreador (amêndoas, coco, uva)
Apresentação
Óleo essencial concentrado: frascos de 10ml

INDICAÇÕES

Analgésico, mucolítico, anti-infeccioso, virótico, descongestionante, expectorante. Pode ser utlizado para tosse resfriados, gripes e asma. Assim como pode ser utilizado para tratar dor de cabeça gerada por estresse.

Originário da Austrália, ele é utilizado tradicionalmente para queimaduras, asma e tratamento de dores.


Concentrações de óleos essenciais recomendadas em formulações (ver especificidade de cada óleo)

  • 0,5-1% - idosos, região da face.
  • 1,5-2% - Aplicação no corpo todo.
  • 2,5-3%- Aplicação em determinadas partes do corpo.
  • 3,5-4% -SOS

CONTRAINDICAÇÕES

Não utilizar em crianças menores do que 7 anos.

Ter extremo cuidado se for utilizar em grávidas, sempre relembrando que talvez exista algo mais apropriado para o momento de vida desta mulher.

Não utilizar em asmáticos

PRECAUÇÕES

** utilizar por um período máximo de 2 meses.

FORMAS DE USO

Uso inalatório: aroma stick ou difusor de ambientes para gripes, resfriados, questões respiratórias. Pingar de 1-3 gotas. Inalar por no máximo 20 minutos.

Uso tópico: diluir em óleo vegetal ou creme para massagear as têmporas em caso de dores de cabeça por estresse, ou em caso de tosse, catarro, congestão, massagear o peito com a mistura. Utilizar dosagem de 0,5%- 3% de acordo com as condições do indivíduo. Utilizar em caso de necessida, até 3x por dia.

Fitoquímicos

Óxidos, monoterpenos, aldeído, álcool. 1,8-cineol, isovaleraldeído, y-terpineno, frvms-pinocarveol e a-terpineol.

Método de extração

Destilação das folhas secas ou frescas.

Referências

HERMES, Renata. Curso Avançado em Aromaterapia Clínica. Apostila. Florianópolis, 2022

Publicações Links

FABROWSKI , Fernando José. Eucalyptus smiîhii R. T. BAKER (MYRTACEAE) GOMO ESPÉCIE PRODUTORA DE ÓLEO ESSENCIAL NO SUL DO BRASIL. Curitiba, UFPR, 2002.