Pinhão, pinheiro-do-paraná, pinho, curi, cuiúva, cori
Araucaria angustifolia
PARTE UTILIZADA
Sementes
Formas de Uso
Pinhões: Podem ser consumidos cozidos mas também podem ser processados para o preparo de suflês, sorvetes, picles ou como ingrediente de produtos de panificação.
Constituintes Químicos / Informações Nutricionais
Energia: 161 kcal, Proteína: 3,3 g, Amido: 34,4 g, Lipídios: 1,2 g, Fibra solúvel: 0,5 g, Fibra insolúvel: 5 g, Cálcio: 13 mg, Potássio: 102 mg, Magnésio: 55 mg, Ferro: 0,7 mg, Zinco: 0,8 mg, Cobre: 0,2 mg.
Propriedades
Uma revisão bibliográfica aponta que o pinhão possui lectinas que nos estudos analisados apresentaram atividade aglutinante de eritrócitos em coelhos, atividade antimicrobiana contra bactérias, principalmente as gram-negativas, atuou contra a inflamação celular aguda e ação anti-edematogênica quando administrado por via intravenosa em ratos com peritonite e edema de pata e atividade depressora do sistema nervoso central, atuando por um mecanismo Gabaérgico. Além disso, o pinhão possui um baixo índice glicêmico, sendo 23% menor que a do pão branco.
Onde Encontrar
Nativa em regiões de altitude nas regiões sul e sudeste do Brasil.
Descrição Botânica
Descrição geral: Árvore de 20-50 metros de altura, com tronco retilíneo, de 90-180 centímetros de diâmetro e com ramificação apenas no ápice após a fase adulta.
Nativa em regiões de altitude nas regiões sul e sudeste do Brasil.
Referências
KINNUP,V.F; LORENZI, H. Plantas Alimentícias não convencionais (PANC) no Brasil. São Paulo: editora Instituto Plantarum de Estudos, 2014.
CORDENUNSI, B. R. et al. Chemical Composition and Glycemic Index of Brazilian Pine (Araucaria angustifolia) Seeds. Journal of Agricultural and Food Chemistry, v. 52, n. 11, p. 3412–3416, jun. 2004.
PERALTA, R. M. et al. Biological activities and chemical constituents of Araucaria angustifolia : An effort to recover a species threatened by extinction. Trends in Food Science & Technology, v. 54, p. 85–93, ago. 2016.